Transoft nas núvens!

Por Eduardo Hammerschmidt em 20 de julho de 2018

O montanhismo é um conceito relativamente novo e está ligado diretamente ao conjunto de atividades realizadas em montanha. No âmbito esportivo, somente é considerado um praticante caso suba montanhas de porte “médio” com até 2.500metros de altitude. No Brasil, existem mais de 10 montanhas que estão àcima dos 2.500m necessários para que sejam consideradas médias, e são estas: Pedra do Sina de Itatiaia (2.670m de altitude), Morro do Couto (2.680m de altitude), Monte Roraima (2.734m de altitude) e diversas outras chegando até quase 3.000m de altitude com o famoso Pico da Neblina.

A equipe Boinas Verdes (@boinasverdessobrevivencialismo) leva turistas e praticantes de Trekking para escalar estes picos! O curso tem duração de um dia, com direito à dormir na montanha e fogueira com petiscos. São ensinadas técnicas de trekking, sobrevivência na mata, utilização de bússolas, orientação pelo sol, obtenção de fogo através de equipamentos rústicos, enfim, é o amor pela natureza e pela mãe mantiqueira traduzido em ações!

O líder da equipe Ricardo Oliveira (@ricardo.oliveira.b.v), conduz toda a atividade de grupo. É experiente em Trekking e já esteve em diversas montanhas do Brasil e dedica sua vida ensinando como vencê-la.

Em suas últimas escaladas, Ricardo e a equipe Boinas Verdes fizeram uma homenagem para a Transoft levando nossa bandeira até o 4º morro mais alto do Brasil, o Morro do Couto.

Ricardo de Oliveira sobe no 4º morro mais alto do Brasil: Morro do Couto. (2018)

Parabéns ao Ricardo (@ricardo.oliveira.b.v) e toda a equipe Boinas Verdes (@boinasverdessobrevivencialismo) pelo profissionalismo e dedicação ao trabalho. Essas são qualidades que a Transoft respeita e admira. Obrigado!

Atleta Transoft na 15ª Volta ao Lago Caixa

Por Eduardo Hammerschmidt em 2 de julho de 2018

No dia 10 de junho, aconteceu em Brasília a 15ª Volta do Lago Caixa. A competição de corrida de rua tem um percurso de 100 km, contornando o Lago Paranoá. A maior parte dos atletas, que totalizam cerca de 3 mil, faz a prova em revezamento, integrando equipes de dois, três, quatro, seis ou oito competidores.
Outros corredores participam da categoria solo, percorrendo todo o trajeto de 100 km. Essa modalidade faz da Volta do Lago Caixa a principal ultramaratona de 100 km do Brasil. Há ainda uma prova de 60 km, também na categoria solo.
Neste ano, a competição, que acontece desde 2004 na capital federal, estreou com um novo posicionamento de largada e chegada em relação aos anos anteriores. Os corredores iniciaram a prova no Parque da Asa Delta (Morrote), no Lago Sul. Anteriormente, a competição tinha seu início na 102 Sul, no começo do Eixão Sul. A chegada neste ano foi no mesmo local da largada.
O atleta Transoft Marcos Paulo Espirito Santo (MP) participou da modalidade 100 km solo, sendo acompanhado no percurso por uma equipe de apoio. MP completou a prova em 8h12min e conquistou o 4º lugar. O trajeto da prova passou pelo Lago Sul, Lago Norte e Plano Piloto, sendo uma tremenda batalha travada e vencida pelo ultramaratonista de 43 anos.
Ao nosso guerreiro MP um parabéns especial de toda a equipe Transoft pela garra, persistência e paciência em finalizar uma prova tão cansativa como essa. Estamos juntos!

Depoimento do atleta
“Vou parar, não consigo mais, não treinei o suficiente, o cansaço é extremo, o sol está castigando muito, sinto dores onde nunca senti. O quadril… olha, o meu joelho reclamando, pra mim chega!”
Esses foram os gritos dentro da minha cabeça na passagem do km 56 desta prova. Apesar dessa gritaria, não deixei que nada saísse pela minha boca, mesmo correndo, naquele momento, moribundo, à média de 7’32”km/h, ainda na metade da jornada e com o astro rei animado, brilhando sem piedade.
Olhei em volta e vi a Minha Linda Vivi a me apoiar e incentivar e o amigo fiel Fábio, sempre dedicado também no apoio. Lembrei do Paulo Sérgio e da sua família querida que nos acolheu em sua casa. Recordei dos amigos que me apoiaram financeiramente para que eu estivesse ali e também os vários amigos que estavam torcendo e enviando pensamentos bons. Não poderia dar ouvidos àquela ideia de parar. Caminhei, me hidratei, comi, me recompus e voltei à carreira, lentamente, para não mais parar.
Mais uma Volta do Lago Caixa concluída, Graças a Deus.
100 km em Brasília nunca são fáceis, mas trazem sempre grande satisfação quando conseguimos cruzar a linha.
Obrigado à minha equipe de apoio e ao meu técnico. Obrigado aos amigos que novamente abriram sua casa para nós em Brasília. Obrigado às empresas dos amigos que acreditaram em nós e muito obrigado aos amigos que torceram por nós.
Eu? Feliz, realizado e de olho na evolução e em um novo desafio. Afinal, é disso que vivemos.”

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