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Atleta Transoft representa o Brasil em Mundial

Por Eduardo Hammerschmidt em 20 de agosto de 2018

A vida é feita de desafios e nós, da Transoft, te perguntamos: qual será o desafio que você irá superar hoje? Para inspirar e impulsionar esse sentimento dentro de cada um vamos contar um pouco da experiência do nosso atleta de tênis de mesa Guilherme Costa, em viagem à Europa. Vem com a gente!

Neste semestre, Gui jogou os campeonatos mais importantes do ano de 2018 (antes do Campeonato Mundial de Tênis de Mesa que acontece em Outubro na Eslovênia). Os abertos da Eslováquia e da Eslovênia  são como o Grand Prix do Vôlei ou Grand Slam do Tênis. Nesses torneios os melhores jogadores do mundo se encontram e entre eles: lá estava o nosso amazonense candango.
Gui disputou os torneios em duas modalidades: indicial e equipes, tendo cada um suas dificuldades e desafios a serem vencidos. No Aberto da Eslováquia (acontecido na Bratislava) nosso atleta, que disputa em Classe 2, ganhou o primeiro jogo com facilidade. Em sua segunda partida, ganhou com propriedade do 7º do mundo, Vincent Boury.  Em sua terceira e última partida, perdeu para o 35º do mundo, não conseguindo classificar para segunda fase da competição. Apesar da vitória expressiva contra um top 10 o esporte tem caminhos não muito lógicos. No mesmo evento, na modalidade por equipes, Gui e Iranildo Espíndola (seu parceiro de treinos e equipe) jogaram o primeiro jogo com a equipe mais forte do evento, a equipe Eslovaca, ganhando até com certa facilidade. O jogo seguinte contra a Sérvia também foi rápido. Passando de fase e chegando até a semi-final do Aberto da Eslováquia de 2018 contra um combinado do México e Coreia, terminando o torneio em terceiro lugar.

                                                                                    Guilherme Costa e sua dupla Iranildo Spíndola pousam para foto.

Já no Aberto da Eslovênia a história foi outra! No individual Guí ganhou de virada seu primeiro jogo, contra o 4º melhor colocado do mundo, pelo ranking da ITTF (www.ipttc.org). Saiu em primeiro na chave de grupos, vencendo as outras duas partidas em seguida. Nas quartas de final enfrentou o ex-campeão paraolímpico de Beijing, o francês Vincent Boury, ganhando de 3×2. As semi-finais chegaram e com ela a má notícia: jogo perdido para o do mundo de 3×2 em partida emocionante! Cravou o pódio com o terceiro lugar da modalidade indicial. Como de costume, Guilherme joga as duas modalidades e após a saída da indicial, inicou junto com Iranildo a partida em dupla. Perderam o primeiro jogo contra a dona da casa Eslováquia, saindo em segundo lugar na chave de grupo. As quartas vieram e a Ucrânia foi a vítima. Vitória! Venceram, em seguida, o combinado Chile e Japão na Semi-final. O adversário final era a temida França, com o ex-campeão paralímpico de Beijing, Vincent Boury e o atual campeão paralímpico do Rio 2016, Fabien Laurent compondo a equipe. O resultado? Campeões brasileiros cravando o 1º lugar no Pódio!

Com os resultados Gui conquistou 3 medalhas (dois bronzes e um ouro) de 4 disputadas. Subiu 4 posições no ranking mundial (ocupa atualmente a 12ª colocação) e terminou seu preparatório internacional para o Campeonato Mundial em Outubro.

Acabou por agora? Não, longe disso! Ainda restam muitos treinos e duas copas Brasil (Cuiabá em Agosto e Maceió em Setembro) para chegar nas melhores condições de voltar com uma medalha mundial tão sonhada para o Brasil.

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Atleta Transoft representa o Brasil em Mundial

A vida é feita de desafios e nós, da Transoft, te perguntamos: qual será o desafio que você irá superar hoje? Para inspirar e impulsionar esse sentimento dentro de cada um vamos contar um pouco da experiência do nosso atleta de tênis de mesa Guilherme Costa, em viagem à Europa. Vem com a gente!

Neste semestre, Gui jogou os campeonatos mais importantes do ano de 2018 (antes do Campeonato Mundial de Tênis de Mesa que acontece em Outubro na Eslovênia). Os abertos da Eslováquia e da Eslovênia  são como o Grand Prix do Vôlei ou Grand Slam do Tênis. Nesses torneios os melhores jogadores do mundo se encontram e entre eles: lá estava o nosso amazonense candango.
Gui disputou os torneios em duas modalidades: indicial e equipes, tendo cada um suas dificuldades e desafios a serem vencidos. No Aberto da Eslováquia (acontecido na Bratislava) nosso atleta, que disputa em Classe 2, ganhou o primeiro jogo com facilidade. Em sua segunda partida, ganhou com propriedade do 7º do mundo, Vincent Boury.  Em sua terceira e última partida, perdeu para o 35º do mundo, não conseguindo classificar para segunda fase da competição. Apesar da vitória expressiva contra um top 10 o esporte tem caminhos não muito lógicos. No mesmo evento, na modalidade por equipes, Gui e Iranildo Espíndola (seu parceiro de treinos e equipe) jogaram o primeiro jogo com a equipe mais forte do evento, a equipe Eslovaca, ganhando até com certa facilidade. O jogo seguinte contra a Sérvia também foi rápido. Passando de fase e chegando até a semi-final do Aberto da Eslováquia de 2018 contra um combinado do México e Coreia, terminando o torneio em terceiro lugar.

                                                                                    Guilherme Costa e sua dupla Iranildo Spíndola pousam para foto.

Já no Aberto da Eslovênia a história foi outra! No individual Guí ganhou de virada seu primeiro jogo, contra o 4º melhor colocado do mundo, pelo ranking da ITTF (www.ipttc.org). Saiu em primeiro na chave de grupos, vencendo as outras duas partidas em seguida. Nas quartas de final enfrentou o ex-campeão paraolímpico de Beijing, o francês Vincent Boury, ganhando de 3×2. As semi-finais chegaram e com ela a má notícia: jogo perdido para o do mundo de 3×2 em partida emocionante! Cravou o pódio com o terceiro lugar da modalidade indicial. Como de costume, Guilherme joga as duas modalidades e após a saída da indicial, inicou junto com Iranildo a partida em dupla. Perderam o primeiro jogo contra a dona da casa Eslováquia, saindo em segundo lugar na chave de grupo. As quartas vieram e a Ucrânia foi a vítima. Vitória! Venceram, em seguida, o combinado Chile e Japão na Semi-final. O adversário final era a temida França, com o ex-campeão paralímpico de Beijing, Vincent Boury e o atual campeão paralímpico do Rio 2016, Fabien Laurent compondo a equipe. O resultado? Campeões brasileiros cravando o 1º lugar no Pódio!

Com os resultados Gui conquistou 3 medalhas (dois bronzes e um ouro) de 4 disputadas. Subiu 4 posições no ranking mundial (ocupa atualmente a 12ª colocação) e terminou seu preparatório internacional para o Campeonato Mundial em Outubro.

Acabou por agora? Não, longe disso! Ainda restam muitos treinos e duas copas Brasil (Cuiabá em Agosto e Maceió em Setembro) para chegar nas melhores condições de voltar com uma medalha mundial tão sonhada para o Brasil.